terça-feira, 7 de novembro de 2006

Cadeira de balanço


E numa casinha de madeira
Bem no meio da brenha
Com gigantescas montanhas ao redor
Num friozinho afável
O casal repousava
Tomando um delicioso chocolate quente
Na cadeira de balanço
Da bucólica varandinha
Como numa história sem fim
De um amor eterno

Meus dias de monotonia


Despertar em toda aurora e não ver você ao meu lado
Desejando tua boca, teu corpo
Imaginando teus carinhos
Sonhando em compartilharmos momentos
Tudo deve ser estonteante contigo
Mas enquanto meu sonho não se torna realidade
Vou vivendo nesse tédio de vontade

Um amor


Eu quero um amor
Um amor que me faça rir
Ou até que me faça chorar, mas que seja de felicidade

Eu quero um amor
Um amor que seja companheiro
Que esteja ao meu lado em qualquer circunstância

Eu quero um amor
Um amor que me entenda nos momentos de desespero
E que me dê forças pra continuar

Eu quero um amor
Um amor que seja por inteiro
E que nunca deixe de me amar.